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by "Raquel" <cesarffilho@[EMAIL PROTECTED] > Jun 9, 2008 at 04:22 PM

Janeiro de 1982, verão carioca. Uma lona começa a ser esticada sobre o 
pedaço de terra que separa Ipanema de Copacabana. À sua sombra toma forma
um 
espaço multicultural e democrático que ficou conhecido como Circo Voador. 
Naquele palco praiano, que depois mudaria para a Lapa, no centro do Rio, 
nasceu a BLITZ.

Vinda de shows improvisados em bares da zona sul, banda tomou forma e 
começou a virar mania no tablado do Circo. Em julho daquele ano gravou o 
compacto "Você Não Soube Me Amar", que só tinha essa música. No lado B do 
disco uma voz repetia "nada, nada, nada". Em três meses o compacto vendeu 
100 mil cópias e aquela canção diferente, meio cantada, meio falada, cheia

de swing, gírias e de alegria virou febre. Ainda em setembro foi lançado o

LP "As Aventuras da Blitz", com uma venda ainda mais impressionante que a
do 
compacto. A BLITZ tinha o país aos seus pés.

Evandro & Cia surgiram na esteira do "Rock Brasil" - termo que a imprensa 
normalmente usava para se referir a artistas como Lulu Santos e grupos
como 
Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, entre outros, que foram dando as
caras 
no início dos anos 80 -, mas não formavam exatamente uma banda de rock. A 
BLITZ era inclassificável na melhor acepção do termo. E isso tinha muito a

ver com a sua origem, o grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone. De lá
saiu 
Evandro Mesquita, o homem de frente do grupo, responsável **** boa parte
das 
letras deliciosamente coloquiais da banda. De lá saiu também Patrícia 
Travassos, que dirigiu os primeiros shows do grupo e imprimiu a eles a
marca 
do espetáculo músico-teatral. Evandro não só cantava, mas também dialogava

com as garotas do backing vocal, a cantora Márcia Bulcão e a amiga dela, a

bailarina Fernanda Abreu. Na cozinha musical, jovens talentosos como Billy

Forghieri (teclados, ex-Gang 90), Ricardo Barreto (guitarra), Antonio
Pedro 
(baixo, ex-Mutantes) e Lobão (bateria) garantiam som de primeira.

Os anos de ouro do grupo vão de 1982 a 1986. Nesse espaço de tempo a BLITZ

lançou três discos, fez centenas de shows pelo país e pelo exterior, entre

eles as antológicas apresentações no Rock in Rio I, e se dissolveu às 
vésperas da gravação do quatro LP. Voltou a se reunir e a se separar nos 
anos 90. Hoje sobrevive numa espécie de underground luxuoso. A rapaziada
se 
reúne quando pinta algum show ou programa de TV e prova que a BLITZ ainda 
tem um público cativo e que o repertório, vinte anos depois, continua 
funcionando.

Atualmente Evandro, Billy e Juba trabalham no projeto de um CD/DVD ao
vivo, 
cheio de participaçòes especiais, músicas novas e, claro, releituras dos 
grandes sucessos. Como diria Eva, para os íntimos, 'enquanto tiver bambu, 
tem flecha'.

Alguém aí duvida ?
 




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"Raquel" <ce  2008-06-09 16:22:08 

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